Daniel-Pinteño-(21)-1200pxNatura de Málaga (Espanha). Iniciou os seus estudos no Conservatorio Profesional de Música de Murcia, com Emilio Fenoy, finalizando-os depois com Juan Luis Gallego no Conservatorio Superior de Música de Aragón.

Durante seus anos de formaçao frequentou masterclasses em toda a Europa com con solistas internacionais como Ida Bieler, Alexei Bruni, Nicolas Chumachenco, Alberto Lisy, Mikhail Kopelman, etc.

Posteriormente, mudou-se para a Alemanha, onde desenvolveu os seus estudos com o Prof. Nachum Erlich, na Staatliche Hochschule für Musik Karlsruhe (Alemanha).

Em 2010 direcciona o seu trabalho para a interpretação histórica que vai desde o início da música de violino do século XVI à linguagem romântico do meados do século XIX com critérios estilísticos e históricos. Para isso, ele começou seus estudos em musicologia na Universidad de La Rioja, ao mesmo tempo frequentou masterclasses com músicos de renome na interpretação de música antiga como Enrico Onofri, Anton Steck, Hiro Kurosaki, Catherine Manson, Enrico Gatti, Sirka-Lisa Kaakinen-Pilch, Margaret Faultless Jaap Ter Linden, etc.

Estudou violino barroco no Conservatoire à rayonnement régional de Toulouse (França), com o violinista suíço Gilles Colliard  e o Real Conservatorio Superior de Música de Madrid (Espanha), com o professor Hiro Kurosaki.

Atualmente, desenvolve a sua carreira artística com orquestras de música antiga europeus como Forma Antiqva, La Ritirata, Haydn Sinfonietta Wien, La Capilla Real de Madrid, La Spagna, Harmonia del Parnás, Ímpetus, Nereydas, Concerto Ibérico entre outros.

Daniel Pinteño toca com um violino barroco italiano anônimo do século XVII, e com uma cópia de violino Stradivari “Pingrillé” 1713 construído pelo luthier cremonese Carlos H. Roberts.

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